REGISTROS, GENEALOGIAS, HISTÓRIAS E POESIAS...
a fim de preservação da memória de nossos ancestrais
MARILIA GUDOLLE C. GÖTTENS

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Descendência de Francisco de Paula e Silva ( Barão de Ibicuy )

OBS:  Esta postagem encontra-se incompleta devido a grande descendência do Barão de Ibicuy. Aos que desejarem complementá-la, sintam-se à vontade, enviando-me seus dados.

   1.  Francisco de Paula e Silva, n.em 14/05/1796 em Taquari, Rs, e + em 10/04/1879 em Cruz Alta, (Rs), casou em 30/06/1829, em Caçapava (Rs) com 2Felicidade Perpétua de Avelar Magalhães, b. em Cachoeira (Rs) em 15/04/1809 e + em Santa Maria (Rs) em 22/02/1886.
     Felicidade era filha legítima de Ricardo José de Magalhães, n. em Viamão (Rs) em 1752 e casado em Rio Pardo, (Rs) em 1780 com Maria Mâncio de Avelar, n. em Rio Pardo, (Rs).
     Era neta paterna de Bartolomeu Gonçalves de Magalhães n. em S. Estevão, Chaves, (Portugal) e de Francisca Tereza de Jesus, n. em 1779 em Mogi das Cruzes, (SP) e + em Triunfo (Rs) em 08/04/1779. Esta, por sua vez, era filha de Luis Garambéu Martins e Maria das Neves.
     Era neta materna de Antônio da Silveira Ávilla e Matos, n. em 1731 na Vila do Topo, Ilha São Jorge, Açores e + em Rio Pardo, (Rs) em 1803 e de Clara Maria Mâncio, n. em 1740 em Florianópolis, (Sc), e + em 1798.


Filhos do casal Francisco e Felicidade:

1.2.a. Maria Ubaldina de Paula e Silva, casou em São Martinho, (Rs) em 1850 com Manoel Lucas Annes, n. em Porto Alegre, em 13/04/1821 e + em 16/02/1889. Filho de José Manoel Lucas Annes e Anna Pereira da Silva Annes;

1.2.b. Clara de Paula e Silva, casou com José Antônio Fernandes Cezimbra, n. em 31/08/1835 e + em 14/04/1894 em Santa Maria, (Rs);

1.2.c. Luís de Paula e Silva, casou com Maria Luíza Teixeira;

1.2.d. Francisca de Paula e Silva, casou em Cruz Alta, (Rs), em 1841 com José Caetano Veríssimo da Motta (MEUS BISAVÓS PATERNO). Este,  filho legítimo de Maria Veríssimo da Motta e de Caetano Pereira da Motta. Filha: Maria da Motta Castro, que casou com Virgilio Nunes de Castro, (MEUS AVÓS PATERNO) que por sua vez tiveram: Elvira Motta Castro, falecida solteira em Cruz Alta, Milton Motta Castro, casado com Otília Saenger Castro, já falecidos, Noêmia Motta Castro, n. em Cruz Alta, em 15/11/1898, falecida solteira  e meu pai VIRGILIO CASTRO FILHO, n. em Cruz Alta, (Rs) em 09/03/1914 e + em Cruz Alta, em 23/08/1993, casado com minha mãe ZILDA GUDOLLE CASTRO, n. em Itaqui, (Rs) em 21/02/1926 e + em Ijuí, (Rs) em 23/08/2006. (Existem outras postagens à respeito deste tópico).

1.2.e. Rita de Paula e Silva, casou com José Castilhos dos Reis e, posteriormente, com José Antônio da Motta e Silva;

1.2.f. Firmino de Paula e Silva, n. em 17/02/1844 na Fazenda do Pinhal, casado com Margarida Neves.

1.2.g. Francisco de Paula e Silva, n. em 19/06/1846, casado com Praxedes Pereira da Costa. Filhos: Ilda de Paula, casada com Januário Rodrigues de Vasconcelos; Maria de Paula, casada com João Philbert e em segundas núpcias com José Amaral; e Francisca de Paula, casada com Marcos Antônio Alves de Azambuja.

1.2.h. Balbina de Paula, casada com João da Silva Bueno;

1.2.i. Carolina de Paula, + solteira;

1.2.j. José de Paula, + solteiro.



Arquivo Pessoal de Marilia Gudolle Gottens
Fabrício, José de Araújo, A Freguesia de N.S. Bom Jesus do Triunfo, Rev. do Inst.Geográfico do RS, v.27, n.1-4 (1947), pg.250.
Genealogia Tropeira,  Pereira, Cláudia Nunes (Tds. Vols.)
Inventário post-mortem, B.Ibicuy ,Cartório de Órfãos e Ausentes de Cruz Alta - Maço 9 - Proc. 245.APERS;
Testamento do B. Ibicuy. Vede inventário ou: Juízo da Provedoria, Capelas e Resíduos do Termo da Cruz Alta. Maço 4. APERS



sábado, 18 de agosto de 2012

Djalma Pereira Gudolle e Izalina M.Silva Gudolle


                                           


O primogênito do casal André e Maria Benvinda Gudolle, nasceu em Itaqui, RS, em 16/6/1885, às 22 hs. no lugar denominado São José, outrora 1º Distrito de Itaqui.
Com o falecimento de Maria Benvinda em 1894, Djalma e seus irmãos foram criados por André, sua mãe Virgínia e Malvina, esta, filha de André anterior ao casamento deste com Maria Benvinda.
"... Aproxima-se a época para mim, e todos vós meus queridos filhos, de mais desgostos, com quanto todos vós sejam pequenos, não podereis avaliar. No entanto, no dia 18 de Dezembro de 1894, na cidade de Itaqui, perdestes vossa extremosa e carinhosa mãe, minha virtuosa esposa. Foi uma fatalidade para todos nós. Que perda irreparável meus queridos filhos, todos vós em tenra idade. Que golpe profundo a mão fatal do destino desferiu sobre nossa família.
Vós, meu querido Djalma, ficastes órfão aos 9 anos, meu Dico aos 7 anos, minha Djalmira aos 2 anos e meio, minha Deolmira aos 1 ano e meio, e a última que nasceu às 3:15 da madrugada, que dá pelo nome de Delminda Benvinda, ficou órfão com 3 meses e cinco dias. Que injustiça da sorte. Seja feita a vontade de Deus, que tudo pode. Lamento mais por todos vós, que não mereciam tão cedo sorte tão cruel o desaparecimento daquela que lhes deu o ser e que era tão extremosa e dedicada para mim.
Ao relatar-vos este acontecimento, que já lá vai para mais de 2 anos, sangra-me o coração, cem anos que vivesse, idolatrarei a memória de quem foi vossa mãe e minha esposa...." Memórias Manuscritas de André Gudolle
André encaminha Djalma para estudar em Porto Alegre no ano de 1898 " ...coloquei-vos no Colégio em Porto Alegre. Creio que entraste para o mesmo no dia 13 de Abril de 1898, como bem deverás ter em memória. ..." Memórias Manuscritas de André Gudolle.
Ainda, neste momento, André assim se manifesta à seu filho Djalma: "... Nesta época, comprei meia légua de sesmaria de campo e matos, situado neste 2º Distrito de Itaqui; lugar que se chama Santo Isidro. Campo próprio para invernar bois. É de superior qualidade como campo rasteiro. Tenho em meu poder os traslados das escrituras do mesmo em número de 5;  já todas registradas. Pretendo não vender este campo. Se assim suceder, desejo deixá-lo à você e ao teu irmão Deuclydes, como condição de não vendê-lo; só assim um para o outro. É um campo especial, que dá para invernar 800 a 900 bois, negócio de muito resultado em nossa terra, ou por outra, é ainda um dos primeiros negócios em nosso Estado: invernar touros e vendê-los bois gordos, principalmente se vender na invernada. Salladeros, como dizem os castelhanos, é negócio muito arriscado. Aconselho-vos que prefiram fazer negócio na própria invernada.
Todo o tempo que tens estado no Colégio, eu aqui estou a comerciar nesta casa que dei o nome de Revolução, para comemorar a Revolução pacífica de 1889.
Os meus lucros não são grandes. Dá para viver com alguma abundância e para educá~lo e mais vosso irmão Deuclydes..." Memórias Manuscritas de André Gudolle.
Alguns anos depois: " A vosso pedido, solicitei do meu amigo Duarte Joaquim da Silva, a mão de sua dileta filha, Dª Isalina Monteiro Silva, para vossa esposa. Fui e fostes bem sucedido. Este pedido foi feito no ano de 1905...." Memórias Manuscritas de André Gudolle.

Filhos de Djalma:
Luiz de Souza Gudolle, nascido em Itaqui, em 29/01/1906,  falecido em Santiago, Rs, em 22/03/1970.
De seu 1º casamento com Benvinda Pires Gudolle, houveram os seguintes filhos já falecidos: Adroaldo e Arizoli Gudolle.
Do 2º casamento com Zaida de Mello Gudolle, houveram os seguintes filhos: Arlete Gudolle Lopes, Altir Tadeu de Mello Gudolle, Aloísa Gudolle Zancanaro, Adejane de Mello Gudolle e Ajanice Gudolle Kochenberger.

Filhos de Djalma e Izalina Silva Gudolle:

Nídia Silva Gudolle , casada com Romualdo Vidal (falecidos). Filhos: Carlos Alberto (falecido) e Inez Gudolle Vidal.
Maria de Lourdes Silva Gudolle, casada com Paulino Nunes Dias (falecidos). Filhos: Taís (falecida), Paulo Fernando (falecido), José Luis, Ieda e Décio (falecido);

Rubens Silva Gudolle (falecido), casado com Irma Silveira. Filhos: Alberto (falecido), Maria Regina e João Carlos.

Duarte Silva Gudolle, casado com Irma Moreira (falecidos) Filhos: José Raul (falecido), Gisela Gudolle Almeida, Gislaine Gudolle Souza e Luiz Duarte Gudolle (falecido)

José Benvindo Silva Gudolle, casado com Marli Floriano (falecidos). Filhos: Sandra, André Djalma, Ângela, Marcos, Carlos, Márcio e Tiago.

Heraclides Silva Gudolle, casado com Eunice Sampaio (falecidos). Filhos: José Djalma, Cristina, Jorge Fernando e Djalma.

Sybilla Silva Gudolle, casada com Ignácio Lacort Bicca (ele falecido). Filhos: Marta Iza Bicca Silveira, Ana Maria Bicca Medeiros, Maria Helena Bicca Ardais, Vera Lucia Bicca Goulart, Sibila Bicca Rolim e Maristela Bicca Ruttener.




Fotos: Arquivo Pessoal de Sybilla Gudolle Bicca
Dados: Vera Lucia Bicca Goulart
Dados: Arlete Gudolle Lopes
Arquivo Pessoal de Marilia Gudolle Gottens
















                                                                                                                                                                             













terça-feira, 26 de junho de 2012

Um Pouco da Família de Virgilio Nunes de Castro

Meu avô paterno Virgilio Nunes de Castro, nasceu em 29/8/1874, na cidade de Nazaré das Farinhas  localizada no centro sul do recôncavo baiano, as margens do rio Jaguaribe.
O pai  de Virgilio foi José de Araújo Castro (veterano da Guerra do Paraguai), filho de José Veríssimo de Castro e Francisca Maria de Araújo Castro e  a mãe, Virginia Angélica  de Araújo Castro, filha de Filipe Nunes Guimarães e  Rosa Angélica do Amor Divino.



                    José de Araújo Castro e Virginia Angélica Nunes Castro




                    Assento de Matrimônio de José e Virgínia Angélica


"Aos vinte e trez diaz do mes de Abril de 1849 e, feitaz as denunciações do Concílio Tridentino, acestirão ... .. em meu poder e sem impedimento na Igreja Matris desta Fregsia......e das testemunhas Antonio de Souza Bitencourt e Manoel ....de Brito.....com palavras, cazarão José de Araújo Castro e Virginia Angélica do Amor Divino, esta filha legitima de Filipe Nunes Guimarães e Roza Angelica do Amor Divino, e aquele, filho legitimo de José Veríssimo de Castro e Francisca Maria de Castro, todos moradores nesta Fregsia. E logo receberão as bençãos nupciaes. Para constar fis este assento e assinei. O Vigário Manoel Jacintho Perª."



                             Anotações escrita por Virginia Angélica

"No dia 29 de Agosto de 1874 às 8 horas do dia nasceo o meu filho Virgilio, baptisou-se no dia 1º de Janeiro de 1877, foi seo Padrinho seu irmão Prospero Augusto de Castro e Madrinha a Srª D. Laura Pires Pedreira com procuração a sua irman D. Anizia Rosa de Castro....assignou este acto no Engenhonde baixo do Dr. José Nunes da Silva, o Rdº Gregorio do Nascimento e Apsumpção com licença do Vigrº da Fregzia desta Cidade.
Entrou para Eschola no dia 18 de Abril de 1881, sendo o Professor M. Honorio de Miranda."


                         
                             Anotações escritas por Virginia Angélica

"No dia 6 de Julho de 1875 o meo filho Dr. Antonio H. de Castro embarcou-se com sua familia para a Provincia do...........para onde foi removido - por ordem do governo, levando em sua companhia seu mano Ilidio, e lá chegaram com bôa viagem no dia 13 do mesmo mez, e no dia 14 de Novembro do mesmo anno voltou o Ilidio com molestia chegando aqui em Nazareth ainda bastante desfeito.
No dia 9 de Abril de 1876 de volta na Bahia o mesmo meo filho Dr, vindo bastante doente do ....... juntamente com sua filhinha."








































terça-feira, 20 de março de 2012

2º Casamento de André Martins Gudolle

Três anos após a morte de Maria Benvinda Pereira Gudolle, André (meu bisavô materno), casa com a jovem de 19 anos Maria Luiza Monteiro Silva Sampaio, nascida em 25/8/1878 em Itaqui, RS, filha do Major José Ferreira Sampaio e Esmerilda Monteiro Silva Sampaio, ambos casados em 1884, em Itaqui, RS. O pai de Maria Luiza faleceu em 17/4/1906, na Sesmaria de Santo Cristo, lugar denominado "Angico", Itaqui, RS RS. Esmerilda era irmã de Duartina Monteiro Silva, que em 1913, veio a casar-se com Deuclydes Pereira Gudolle (meu avô), filho de André. A mãe de Maria Luiza, faleceu em 14/01/1914, mesmo lugar de seu esposo.
Maria Luiza, era neta paterna de Miguel Ferreira Sampaio e Leonor de Araújo Nóbrega, e materna de Maria José Monteiro Silva e Duarte Joaquim da Silva, anteriormente postado.
Do casal Esmerilda e José Ferreira Sampaio, houveram mais 4 filhos além de Maria Luiza:

1. Rita de Cássia Monteiro Sampaio, nascida em 1873, Itaqui, RS;
2. Deodoro Monteiro Sampaio, nascido em 1887, Itaqui, RS;
3. José João Monteiro Sampaio, nascido em Itaqui, RS;
4. Maria José Monteiro Sampaio, nascida em Itaqui, RS.

domingo, 5 de junho de 2011

Ofício e Supostos motivos da vinda de Jean Gudolle para o Brasil

Na correspondencia passiva de meu Trisavô Jean Gudolle, este aparece como "metayer chez la Baronne de Saint-Pastou", meeiro (agricultor que ficava com a metade de sua produção, a outra para o proprietário) da Baronesa de Saint-Pastou (sobrenome gaúcho, mas os trabalhadores adotavam o nome dos patrões, pois os sem nobreza não tinham sobrenome, o que somente começou com Napoleão, quando foram adotados vários tipos de sobrenome, como o lugar de origem, a profissão, animais, etc...). Não foi encontrada a etimologia de "Gudolle".

As cartas para Jean Gudolle dizem que ele saiu do sul da França por ter brigado com um irmão. Sua mãe ao escrever, lhe disse que voltasse e se reconcilia-se; o que valia mais que "todas as piastras da América". Contudo, ele faz parte de uma grande emigração dessa região nos anos de 1840, ocasionada pela praga do "mildiu"e pelas grandes alterações sociais que passava a Europa de então, com a industrialização e o excesso de operários.

Conforme o ponto de vista de um primo estudioso no assunto, e por demais inteligente, mas que por razões pessoais prefere que seu nome não seja conhecido neste blog, assim comentou comigo em uma ocasião, a respeito de Jean:" Quanto ao nosso genearca, temos duas opções: 1) Ficar ao lado da pequena história, a "petite histoire" dos franceses, e aceitar as fofocas dos estancieiros que o viam como um agiota, para defenderem-se das mudanças sociais e econômicas que ele representava, e interpretar sua morte violenta como consequência de carater brigão e de seu agiotismo, o que nada mais é que uma forma de denegrir o credor, justificar o não pagamento de dívidas e impedir a mudança social".. 2) Ver o Jean dentro da história como um fator de desenvolvimento social e econômico daquela antiquíssima e subdesenvolvida fronteira (chegou lá nos anos de 1840), e ver sua morte como reação dos setores ultraconservadores à mudança social. Ou seja, ficamos com a "petite histoire" da família, ou incluímos o Jean em seu momento histórico. Prefiro esta, mas podemos ficar com as duas."

A decisão de Jean de passar para o muito mais estável Império do Brasil, com certeza foi influenciado pelo fato de el loco Rosas estar confiscando os bens dos imigrantes enriquecidos. Muitos fugiram Montevidéo e nosso Jean que chegou por Buenos Aires.

Os Gudolle se originaram (Jean) do movimento europeu de expulsão do excesso populacional para a América, solução boa para a exportação das contradições internas e da injustiça social que vinha com a concentração de renda e o desemprego originados pela aceleração da industrialização. Sua vinda para o RS, devemos ao Imperador e ao Rosas."

Arquivo pessoal de FCG e Marilia Gudolle C. Göttens

segunda-feira, 28 de março de 2011

Descendentes de Caetano Pereira da Motta



Como já postado anteriormente, Caetano Pereira da Motta casou em Cruz Alta, Rs, aos 26 de fevereiro de 1848, com Maria Veríssimo da Fonseca, filha de Manoel Esteves Veríssimo da Fonseca, e Quitéria da Conceição, nascida em Congonhas do Campo, Minas Gerais.

O casal teve 03 filhos, quais sejam: Quitéria Veríssimo da Motta, nascida aproximadamente no ano de 1855, em Cruz Alta, casada com Antônio Furtado de Mendonça, cuja descendência encontra-se na cidade do Rio de Janeiro. Elvira Veríssimo da Motta, nascida em 1825 e falecida em Cruz Alta a 7 de novembro de 1901, casada com Diniz Dias, cuja descendência encontra-se em Porto Alegre. Jose Caetano Motta, meu bisavô, nascido em Cruz Alta, em 1856 e falecido em 1930 na mesma cidade, único filho homem do "português". Casou com Francisca de Paula e Silva, nascida em Santa Maria RS, e falecida em 1898 em Cruz Alta, RS. Filha legítima de Francisco de Paula e Silva - Barão de Ibicuí -, nascido em Taquari, RS em 14 de maio de 1796, e falecido em 1871 em Cruz Alta, sendo que posteriormente, seu corpo foi transladado para Santa Maria, RS. Era filho de Manoel da Silva Jorge, oriundo da Ilha Faial, Portugal, e de Antônia Maria de Bittencourt, natural de Rio Pardo, RS. Francisco casou no dia 30 de junho de 1829 em Caçapava do Sul, com Felicidade Perpétua de Avelar Magalhães, nascida em Caçapava, RS.

Arquivo Pessoal de Marilia Gudolle C. Göttens